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História

NOSSO CLUBE

 

A história do Praia Clube se mistura à história de muita gente. Gente que frequenta o clube e que de alguma forma contribuiu para que ele fosse considerado, hoje, um dos maiores centros de esporte e recreação da América Latina.

Buscando o lazer, a prática de esportes ou mesmo a companhia de amigos, essas pessoas mantêm a tradição do Praia de formar verdadeiras famílias dentro do clube, unidas por objetivos em comum.

Desde a fundação em 10 de julho de 1935, muita gente já assistiu e participou de eventos no clube, como shows, festas e competições esportivas. Todos contemplam os associados de diferentes faixas etárias.

Essa variedade de público é um dos ingredientes da receita do sucesso do Praia, que reconhece a importância de ver pais e filhos convivendo em harmonia dentro do clube, em um costume que atravessa e segue firme em direção ao futuro.

 

UMA PEQUENA VIAGEM EM NOSSA HISTÓRIA

 

Um mergulho de 87 anos na própria história de Uberlândia, uma volta ao início dos anos 30. O uberlandense gosta de dizer que o “seu” Praia Clube é o cartão de visita desta terra. Gosta “demais da conta”. Frase que não cansa de repetir.

José de Oliveira Guimarães, um dos fundadores, costuma contar que o clube não foi programado. Tudo começou com um grupo de frequentadores do rio Uberabinha, para a prática da natação, do qual ele também fazia parte. Mais tarde, outros começaram a frequentar o local, tomando banho nas águas do rio.

O proprietário do local, Coronel Constantino, jamais implicou com a “invasão” das terras. Um genro dele, porém, proibiu os praianos de nadarem no local. Herdeiro do sogro, o personagem teve um papel fundamental na criação do clube. Foi justamente a “implicância” dele que motivou a compra da área.

A turma de nadadores resolveu, então, pedir ao proprietário que vendesse um pedaço da terra às margens do rio. Mas ele só fez negócio com toda a chácara.

Perguntaram o preço e concordaram: 35 contos de réis. Reuniram-se 12 pessoas e pagaram. A ideia de transformar em clube surgiu mais tarde. O empresário Celso de Souza Queiroz, que já era frequentador da beira do rio, se propôs a fazer a transformação do local em sociedade civil e constituir um clube, o que foi feito.

Um frequentador recente à época, José Victor, fiscal federal, sugeriu o nome “Praia” ao clube, por conta de uma praia de cascalho que tinha no local onde a turma nadava. Assim, nasceu a denominação desta entidade, hoje, patrimônio mais caro de todos os uberlandenses, verdadeiro orgulho da cidade.

 

PIONEIROS

 

Muitas pessoas tiveram participação ativa durante nestes 87 anos de existência do Praia Clube, mas a história começou com os 12 fundadores: Boulanger Fonseca, Enéas de Oliveira Guimarães, Fausto Savastano, Floramante Garófalo, Gercino Borges, Hermes Carneiro, José Carneiro Júnior, José de Oliveira Guimarães, Lourival Borges, Mário Guimarães Faria, Oscar Miranda e Román Balparda.

Com a decisão de organizar o clube, a primeira diretoria teve como presidente de honra o então Prefeito Municipal, Vasco Giffoni. O primeiro presidente praiano foi Cícero Macedo, que, junto aos companheiros de diretoria, mandou erguer um barracão com bar e vestiários. Foi construído atrás da prainha e, em seguida, um trampolim de madeira, com dois lances.

O Praia Clube continuou como propriedade particular até 1945, quando então foi transformado em clube de direito. Já definido o nome, todos os diretores defendiam que o Praia tivesse as mesmas cores dos times de futebol favoritos.

Para acabar com a divergência, o uruguaio Roman Balparda sugeriu que fossem adotadas as cores preta e amarela, que não pertenciam a nenhum time brasileiro e faziam referência ao Peñarol, do Uruguai. A sugestão foi aceita rapidamente para a alegria de Balparda, torcedor fanático do time uruguaio. As cores representam o Praia Clube até hoje.